





Sexo sem frescura
Mulheres insaciáveis | Mulheres insaciáveis |
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| por Marízia Bonifácio | |
| 07/07/2008 | |
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Sobre o criado mudo, ao lado da cama, estava o Ananga Ranga de Kalyana Malla. Um livro precioso das Ciências Sociais, escrito possivelmente no ano 1.174 DC, e, que contém informações importantes que poderiam ser mais estudadas, pois o foco é prevenir a ruptura da relação entre um casal, de forma a manter a “monogamia”, por ser ela, sugere o autor, um estado mais feliz que a poligamia. “Tirar o casal da monotonia e da saciedade que se seguem à posse, variando seus prazeres de todas as formas imagináveis, e fornecendo-lhes os meios para permanecerem moralmente puros e fisicamente agradáveis um ao outro.” Escrever sobre a relação entre os dois sexos,e seus mais íntimos desejos, pode parecer imoral,pois entra-se na nos sentimentos de perversão e perversidade de cada personagem. As dúvidas freqüentes que assolam a vida de cada pessoa, as move a buscar informações, ou se não as buscam, mergulham na tristeza e omissão da vida sexual. Irei resumir a história relatada, com a intenção de mostrar a todos que, a energia sexual sempre moveu e move cada ser humano.No popular eu diria: a história é a mesma,só muda de endereço. A paciente adentrou impaciente e chorosa.Relatava seu forte desejo sexual e a não satisfação plena.Sempre queria mais e mais, e nenhum dos parceiros que tivera, jamais a conseguiram saciar. Questionei se ela conhecia o próprio corpo, se tinha o hábito do auto-toque. Se conhecia muitas posições, e se os parceiros não tinham conhecimentos suficientes na ARTE DE FAZER AMOR. Ela me olhou espantada, e eu me propus a contar uma história que havia lido no livro Ananga Ranga. ..” certa mulher, morrendo de desejos, e não encontrando ninguém para satisfazê-los, despiu-se de suas vestes e jurou que percorreria o mundo inteiramente nua até que encontrasse quem a vencesse. Desnuda adentrou o palácio real.A ela perguntaram se não tinha vergonha DE SI MESMA, de sem vestes se apresentar ao Rei .Ela olhou insolentemente a multidão de cortesãos que a cercavam, e declarou com ar desdenhoso, que não havia UM SÓ HOMEM DENTRO DA SALA. O Rei e a côrte ficaram confusos, mas havia ali presente um SÁBIO. O sábio, unindo as mãos, pediu-lhes humildemente permissão para acertar as contas com aquela orgulhosa. Conduziu-a então para sua casa, e a tratou de maneira a tal ponto persuasiva que, aniquilada de fadiga, esgotada por numerosos orgasmos repetidos, ela acabou por pedir graça. Ela foi então conduzida à presença do Rei. Teve alfinetes de ouro colocados em seus braços e pernas e teve que confessar sua derrota.Assim, foi ela obrigada a colocar roupas para cobrir seu corpo. O Rei ou Rajá, ficou impaciente para saber por que meios o SÁBIO pudera obter a vitória, e ordenou-lhe que relatasse o fato, e tudo que soubesse em relação ao COITO. O sábio então sentou-se ao lado do Rei, e ambos, foram rodeados por mulheres do harém real, que abanavam os dois e ouviam com atenção às palavras da Sabedoria.” A paciente sorriu, e disse que não iria sair nua pela rua, mas que alteraria sua forma de praticar o sexo, pretendia ser mais seletiva e pesquisadora. Disse -me, que antes de partir para o embate corporal, iria conversar e descobrir se o parceiro conhecia métodos e técnicas necessários para a satisfação sexual da mulher.E que, ela, iria se informar mais sobre como poderia saciar seus desejos. A informação é a base do sucesso. Saciar seus desejos sexuais é uma forma de expressar o sucesso do auto-conhecimento, e também, o caminho ideal para sair da monotonia que a relação a dois, naturalmente propicia. Não existe imoralidade no ESPORTE DO AMOR,desde que o par consita. No próximo artigo, comentarei sobre OS SEGREDOS DA MONOTONIA SEXUAL NAS RELAÇÕES DURADOURAS. |
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